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Mounjaro: efeitos colaterais, quanto duram e como aliviar

O que os estudos mostram sobre cada sintoma, quanto tempo duram e o que ajuda a aliviar.

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Aprovado por:

Dr. Earim Chaudry

Escrito com base em estudos científicos
Tempo de leitura: 7 min
Atualizado em 09 de abril de 2026

Aviso importante:

Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a avaliação médica individualizada. O uso de medicamentos para emagrecimento deve ser feito somente com prescrição e acompanhamento médico. A automedicação pode causar efeitos adversos e riscos à saúde.​​​​‌‍​‍​‍‌‍

Os efeitos colaterais do Mounjaro (tirzepatida) são, na grande maioria, gastrointestinais: náusea, diarreia, vômito e constipação. Nos estudos SURMOUNT, a náusea apareceu em cerca de um quarto a um terço das pessoas, quase sempre de forma leve a moderada, variando de acordo com a dose aplicada.

O ponto que costuma tranquilizar quem está começando é que esses sintomas têm hora para aparecer. Eles se concentram nas primeiras 8 a 12 semanas, justamente quando costuma acontecer a mudança de dose, e tendem a recuar conforme o corpo se adapta.

A intenção aqui não é assustar, mas informar com base científica, para que você chegue ao início do tratamento sabendo o que esperar e reconhecendo o que é adaptação normal e o que merece atenção médica.

Náusea: o efeito colateral mais comum

A náusea é, de longe, o sintoma mais citado por quem usa Mounjaro. Isso não significa que todo mundo vai sentir, mas significa que ela é a campeã de frequência.

O que acontece no corpo é que a tirzepatida diminui a velocidade com que o estômago esvazia. Isso ajuda a reduzir o apetite, mas também pode gerar aquela sensação de estômago cheio demais.

O que dizem os estudos

No SURMOUNT-1, a frequência de náusea variou conforme a dose:

  • 5 mg: 24,6%
  • 10 mg: 33,3%
  • 15 mg: 31,0%
  • Placebo: 7%

Se colocarmos 100 pessoas usando a dose máxima, cerca de 31 sentirão náusea em algum momento, e a grande maioria de forma leve a moderada.

Chama atenção que a dose de 15 mg não trouxe mais náusea que a de 10 mg, e uma explicação provável é que quem tolera mal o medicamento costuma interromper antes de chegar à dose máxima.

A náusea dura todo o tratamento?

Não. Os sintomas aparecem principalmente nas 8 a 12 primeiras semanas, quando as doses estão aumentando, com pico entre as semanas 5 e 8.

Cada aumento de dose pode trazer de volta um desconforto passageiro, que costuma surgir poucos dias depois da aplicação e ceder em alguns dias. Quando a dose se estabiliza, a tendência é de melhora.

Vômito e diarreia: outros sintomas gastrointestinais comuns

Se a náusea já apareceu, é natural se perguntar sobre o resto do sistema digestivo. Algumas pessoas também sentem vômito, diarreia ou constipação, e cada intestino reage de um jeito. Isso não significa que algo esteja errado, é o corpo se ajustando à tirzepatida.

O que mostram os estudos

Nos estudos SURMOUNT, considerando as diferentes doses, as faixas foram:

  • Diarreia: 17% a 23% (placebo: 8%)
  • Constipação: 11% a 17% (placebo: 4%)
  • Vômito: 6% a 13% (placebo: 2%)

Assim como a náusea, esses sintomas costumam aparecer no início do tratamento e melhorar conforme a dose estabiliza. Se a constipação for o seu caso, explicamos o mecanismo com mais calma em Mounjaro prende o intestino?.

Outros efeitos comuns além do sistema digestivo

O aparelho digestivo concentra a maior parte dos relatos, mas não é o único lugar onde o corpo dá sinal de que está se adaptando.

Outros sintomas aparecem com frequência bem menor e costumam ser atribuídos a causas do dia a dia, o que faz muita gente não relacioná-los ao tratamento.

Reconhecer esse grupo ajuda a separar o que faz parte da adaptação do que merece uma conversa com o médico.

Reações no local da aplicação

Como a tirzepatida é aplicada sob a pele, a própria injeção pode deixar marca. As reações mais relatadas são vermelhidão, coceira, dor leve ou um pequeno hematoma na região escolhida, que costuma ser o abdome, a coxa ou a parte de trás do braço.

Nos estudos elas apareceram em uma parcela pequena dos participantes e foram mais frequentes nas doses altas, provavelmente porque o volume aplicado também é maior.

O que costuma resolver depende mais de técnica do que de medicamento. Alternar o local a cada semana evita que a mesma área fique irritada, e deixar a caneta chegar à temperatura ambiente antes da aplicação reduz o desconforto do líquido gelado.

Se a vermelhidão aumentar em vez de diminuir ao longo dos dias, ou vier junto de inchaço que se espalha, vale mostrar ao médico, porque nesse caso a explicação já não é irritação local.

Cansaço

O cansaço aparece com frequência baixa nos estudos, mas é um dos sintomas que mais confundem, porque tem várias explicações possíveis acontecendo ao mesmo tempo.

Nas primeiras semanas a pessoa come bastante menos do que estava acostumada, e essa queda rápida de calorias já explica boa parte da sensação de energia baixa.

Quando existe também náusea ou diarreia, a hidratação cai junto, e mesmo uma desidratação leve produz esse tipo de moleza difícil de nomear.

O quadro costuma acompanhar a fase de adaptação e melhorar quando a alimentação se reorganiza em torno do novo apetite. Manter a proteína das refeições, distribuir a comida ao longo do dia e beber água com regularidade resolvem a maioria dos casos.

Cansaço que persiste depois de a dose estabilizar merece investigação, porque pode ter causa independente do tratamento, como anemia ou alteração na tireoide.

Tontura

A tontura raramente aparece isolada. Na maior parte das vezes ela é consequência de algo que já está acontecendo, como a queda de pressão ao levantar rápido, a desidratação depois de episódios de vômito ou diarreia, ou simplesmente ter comido muito pouco naquele dia. Por isso ela costuma se concentrar nas mesmas semanas em que os sintomas digestivos estão mais presentes.

Levantar devagar, manter líquidos ao longo do dia e não passar muitas horas sem comer costumam dar conta do recado. Vale um cuidado a mais em quem usa também medicamento para diabetes, porque nesse contexto a tontura pode sinalizar queda de açúcar no sangue e a conduta é diferente.

Tontura acompanhada de confusão mental, desmaio ou urina muito escura pede avaliação no mesmo dia.

Queda de cabelo

A queda de cabelo relatada durante o tratamento tem relação com a velocidade da perda de peso e não com uma ação direta da tirzepatida sobre o fio.

O nome clínico é eflúvio telógeno, um fenômeno em que uma quantidade maior de fios entra ao mesmo tempo na fase de queda depois de uma mudança importante no organismo. O mesmo acontece após cirurgias, partos e dietas muito restritivas.

O padrão é passageiro e costuma se resolver sozinho ao longo de alguns meses, à medida que o peso e a alimentação se estabilizam. Manter a proteína adequada durante a perda de peso é o que mais ajuda a limitar o efeito, o que reforça o papel do acompanhamento nutricional nessa fase.

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Quanto tempo duram os efeitos colaterais?

Essa é uma das perguntas mais frequentes, e a resposta dos estudos é reconfortante.

A janela de maior desconforto coincide com o período de progressão de doses: as primeiras 8 a 12 semanas de tratamento, com pico entre a semana 5 e a semana 8, quando o organismo ainda está se adaptando ao efeito da tirzepatida sobre o esvaziamento gástrico.

O melhor indicador de que a maioria atravessa bem essa fase é a taxa de abandono. Nos estudos SURMOUNT, entre 4% e 10,5% das pessoas interromperam o tratamento por causa de efeitos adversos, contra 2,1% a 4% no grupo placebo. Ou seja, cerca de nove em cada dez pessoas seguiram no tratamento.

O quadro melhora progressivamente: à medida que a dose se estabiliza, os episódios ficam menos frequentes e menos intensos. A velocidade de aumento de dose também influencia, e quem sobe mais devagar costuma ter uma adaptação mais suave.

Como reduzir os efeitos colaterais na prática

A estratégia mais eficaz é subir a dose devagar, com acompanhamento médico. O protocolo padrão aumenta 2,5 mg a cada 4 semanas, mas alguns médicos preferem intervalos maiores, de 6 semanas, especialmente para quem tem maior sensibilidade gastrointestinal.

Vale lembrar que o Mounjaro está disponível no Brasil nas doses de 2,5 mg, 5 mg, 7,5 mg, 10 mg, 12,5 mg e 15 mg.

Alimentação e hidratação

O apoio nutricional é muito importante ao longo do tratamento com Mounjaro. Um tanto para a criação de novos hábitos, aproveitando os efeitos do medicamento, outro para a adaptação e os cuidados com o corpo.

Algumas orientações ajudam bastante nessa fase:

  • Dividir as refeições em porções menores ao longo do dia, evitar frituras e pratos muito gordurosos nas primeiras semanas, comer devagar e parar assim que sentir saciedade.
  • Se houver episódios de vômito ou diarreia, manter hidratação reforçada é essencial. Sinais como tontura e urina escura indicam que o corpo precisa de mais líquido.
  • Em casos de náusea mais intensa, conversar com o médico sobre a possibilidade de medicamentos antieméticos.

Com essas adaptações, a maioria das pessoas consegue tolerar bem o Mounjaro desde o início do tratamento.

Perda de massa magra durante a perda de peso

Quando o peso cai, não é só gordura que sai. Toda perda de peso significativa vem acompanhada de alguma redução de massa magra, que inclui músculo, água e outros tecidos, e isso vale para dieta, cirurgia e medicamento.

A pergunta clinicamente relevante não é se essa perda acontece, e sim qual a proporção entre os dois tipos de tecido.

Um subestudo do SURMOUNT-1 acompanhou 160 participantes com exames de densitometria no início e na semana 72 e permitiu medir isso com precisão. Nesse grupo, a redução foi de 21,3% do peso corporal, 33,9% da massa de gordura e 10,9% da massa magra.

Em outras palavras, cerca de três quartos do peso perdido veio de gordura e um quarto de massa magra, proporção que se manteve praticamente igual à observada no grupo placebo e também nas análises separadas por sexo, idade e quantidade de peso perdido.

Como a proporção é semelhante à de outras formas de emagrecimento, o que faz diferença no fim das contas é o que se faz durante o processo.

Consumo adequado de proteína e treino de força são as duas intervenções com efeito conhecido sobre a preservação de músculo, e nenhuma delas aparece na balança, o que faz muita gente subestimá-las justamente na fase em que elas mais importam.

Humor e bem-estar durante o tratamento

Relatos de alterações de humor durante o uso de medicamentos da classe circularam bastante e levaram as agências reguladoras a investigar o assunto a fundo.

Em abril de 2024, o comitê de avaliação de risco da Agência Europeia de Medicamentos concluiu a análise e não encontrou relação de causa e efeito entre os agonistas de GLP-1 e pensamentos de autolesão ou suicídio, conclusão semelhante à da agência norte-americana no mesmo período. Revisões posteriores que reuniram estudos observacionais chegaram ao mesmo resultado.

Isso não significa que oscilações de humor não aconteçam durante o tratamento. Emagrecer mexe com rotina alimentar, imagem corporal, vida social e sono, e qualquer um desses fatores pode afetar o estado emocional sem que o medicamento esteja envolvido.

Quem já tem histórico de ansiedade ou depressão deve informar o médico antes de começar, porque isso muda a forma de acompanhar e não a possibilidade de tratar. Mudança relevante de humor durante o uso merece ser levada à consulta, do mesmo jeito que qualquer outro sintoma.

Efeitos graves, mas raros: o que você precisa saber

Dois quadros merecem atenção especial, mesmo sendo pouco frequentes. Conhecê-los importa menos pelo número e mais por saber reconhecer os sinais e agir rápido.

Pancreatite aguda

Nos estudos SURMOUNT-1, -2 e -3, houve 6 casos confirmados de pancreatite entre 2.806 participantes que usaram tirzepatida, o equivalente a 0,21%, contra 3 casos em 1.250 participantes do grupo placebo, ou 0,24%.

Ou seja, a frequência observada foi semelhante nos dois grupos. Isso não elimina a necessidade de atenção, e quem já teve pancreatite exige avaliação mais cuidadosa. A relação entre os dois está detalhada em Mounjaro e pancreatite.

Os sinais de alerta são dor abdominal intensa que irradia para as costas, náusea e vômitos fortes, e febre associada à dor. Qualquer combinação desses sintomas exige atendimento médico imediato.

Doença da vesícula biliar

A doença da vesícula biliar, incluindo cálculos, também pode ocorrer. A perda de peso rápida aumenta esse risco de forma geral, independentemente do método utilizado, então não é um efeito exclusivo do medicamento.

Fique atento a dor no lado direito do abdome, especialmente após refeições gordurosas, além de náuseas, vômitos e febre. Se aparecerem, procure seu médico.

Gastroparesia

O esvaziamento gástrico mais lento é o mecanismo pelo qual o medicamento funciona, então algum grau de retardo é esperado e desejado. O que preocupa é a forma persistente e intensa desse quadro, chamada gastroparesia, em que o estômago passa a esvaziar tão devagar que a comida parece não sair do lugar. É uma situação incomum, mas reconhecível.

Os sinais que diferenciam a adaptação normal desse quadro são a duração e a intensidade. Sensação de estômago cheio por muitas horas depois de refeições pequenas, vômitos que se repetem por vários dias e barriga distendida de forma importante indicam que é hora de procurar o médico, em vez de esperar passar como acontece com a náusea comum.

Desidratação e função renal

Episódios repetidos de vômito ou diarreia levam à perda de líquido, e a desidratação prolongada pode comprometer o funcionamento dos rins. Esse é um dos poucos caminhos pelos quais um sintoma considerado leve evolui para algo sério, justamente porque ele se instala aos poucos e passa despercebido.

Os sinais de alerta são urina escura ou em pouca quantidade, boca muito seca, tontura ao levantar e sensação de fraqueza que não melhora com repouso.

Reforçar líquidos ao primeiro sinal resolve a maioria dos casos, mas quem tem doença renal prévia precisa de atenção redobrada e deve comunicar o médico logo que os sintomas digestivos aparecerem.

Quem não deve usar Mounjaro

Nem todo mundo com indicação de IMC pode usar a tirzepatida, e é justamente por isso que a prescrição e o acompanhamento médico são obrigatórios. O uso é contraindicado em pessoas com:

  • Histórico pessoal ou familiar de carcinoma medular de tireoide.
  • Síndrome de neoplasia endócrina múltipla tipo 2.
  • Gestação e amamentação.
  • Alergia conhecida à tirzepatida ou a qualquer componente da fórmula.

Outras condições não impedem o uso, mas exigem avaliação mais cuidadosa: pancreatite prévia, doença ativa da vesícula biliar, refluxo gastroesofágico grave e insuficiência renal avançada.

Nesses casos, o médico avalia o risco e o benefício individualmente, considerando o histórico completo de saúde.

Quando procurar atendimento imediatamente

Mesmo sendo raros, alguns sinais não podem ser ignorados. Se qualquer um deles aparecer, procure atendimento médico urgente:

  • Dor abdominal intensa e contínua;
  • Vômitos persistentes;
  • Febre associada à dor abdominal;
  • Distensão abdominal importante;
  • Tontura ou mal-estar intenso;
  • Confusão mental;
  • Urina escura ou em pequena quantidade;
  • Coceira intensa, inchaço facial ou dificuldade para respirar, que podem indicar reação alérgica grave.

O que se sabe sobre o uso a longo prazo

A obesidade é uma condição crônica, e o tratamento acompanha essa característica.

O SURMOUNT-1 seguiu os participantes por 72 semanas, e o SURMOUNT-4 testou o que acontece quando o medicamento é retirado depois desse período.

Quem interrompeu recuperou parte do peso perdido, enquanto quem seguiu no tratamento continuou perdendo, o que reforça que a suspensão é uma decisão clínica e não um marco natural do processo.

Sobre segurança, o padrão observado ao longo desses meses é o mesmo descrito nas seções anteriores, com os sintomas digestivos concentrados no início e os eventos graves permanecendo raros.

Vale reconhecer o limite do que se sabe: como se trata de um medicamento aprovado para obesidade há poucos anos, os dados de uso por muitos anos seguidos ainda estão sendo construídos, e é por isso que o acompanhamento periódico faz parte do tratamento e não apenas do começo dele.

Segurança no tratamento ajuda a chegar ao resultado

Entender os efeitos colaterais não significa desanimar diante deles, e sim estar preparado para atravessar o período de adaptação com mais tranquilidade.

A maioria dos efeitos é leve, previsível e concentrada em uma janela conhecida do tratamento. Os quadros graves são raros e o acompanhamento médico é o que permite identificá-los cedo. O Mounjaro pode ser uma ferramenta poderosa nesse caminho, mas deve ser usado com critério e sob orientação profissional.

O que lembrar

  • Os efeitos colaterais do Mounjaro são, na maior parte, gastrointestinais, previsíveis e concentrados nas primeiras 8 a 12 semanas.
  • A náusea é o sintoma mais comum, atingindo cerca de um quarto a um terço das pessoas conforme a dose, e tende a melhorar com a adaptação.
  • Vômito, diarreia e constipação seguem o mesmo padrão: aparecem no início e recuam com o tempo.
  • Entre 4% e 10,5% das pessoas interromperam o tratamento por efeitos adversos nos estudos, ou seja, cerca de nove em cada dez seguiram adiante.
  • Pancreatite foi rara nos estudos e ocorreu em frequência semelhante à do grupo placebo. Ainda assim, saber reconhecer os sinais de alerta é tão importante quanto conhecer os sintomas comuns.
  • O que mais ajuda a atravessar a adaptação é subir a dose devagar, ajustar a alimentação e manter boa hidratação.
  • Não interrompa o tratamento por conta própria: qualquer desconforto persistente deve ser discutido com o médico responsável.

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Perguntas Frequentes

Referência
icon

Jastreboff AM, Aronne LJ, Ahmad NN, et al. Tirzepatida uma vez por semana para o tratamento da obesidade. New England Journal of Medicine. 2022;387:205-216. https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2206038

icon

Aronne LJ, Sattar N, Horn DB, et al. Continuidade do tratamento com tirzepatida para manutenção da redução de peso em adultos com obesidade: ensaio clínico randomizado SURMOUNT-4. JAMA. 2024;331(1):38-48. https://jamanetwork.com/journals/jama/fullarticle/2812936

icon

Dutta D, Surana V, Singla R, et al. Manifestações gastrointestinais induzidas pela tirzepatida: revisão sistemática e metanálise. Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism. 2023;108(12):3238-3247. https://academic.oup.com/jcem/article/108/12/3238/7329847

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